" EU AMO A VIDA,NO DIA QUE DIXAR DE VIVER,MORRO"
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Chove adiante
@ 2009-08-22 – 16:25:38
Lutar contra certas coisas que só passam com o tempo é desperdiçar sua energia. Uma curtíssima história chinesa ilustra bem o que quero dizer:
No meio do campo, começou a chover. As pessoas corriam em busca de abrigo, exceto um homem, que continuava a andar lentamente.
- Por que você não está correndo? - perguntou alguém.
- Porque também está chovendo na minha frente - foi a resposta.
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Olhando os outros
@ 2009-08-22 – 16:24:12
Gilberto de Nucci tem uma excelente imagem a respeito de nosso comportamento. Segundo ele, os homens caminham pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.
Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades. Na sacola de trás, guardamos todos os nossos defeitos.
Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos, presas em nosso peito. Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente, nas costas do companheiro que está adiante, todos os defeitos que ele possui.
E nos julgamos melhores que ele - sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito.
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A verdadeira importância
@ 2009-08-22 – 16:15:12
Postado por Paulo Coelho em 19 de agosto de 2009 às 00:22
Jean passeava com seu avô por uma praça de Paris. A determinada altura viu um sapateiro sendo destratado por um cliente, cujo calçado apresentava um defeito.
O sapateiro escutou calmamente a reclamação, pediu desculpas, e prometeu refazer o erro.
Pararam para tomar um café num bistrô. Na mesa ao lado, o garçom pediu a um homem que movesse um pouco a cadeira, para abrir espaço. O homem irrompeu numa torrente de reclamações, e negou-se.
Nunca esqueça o que viu, disse o avô para Jean. O sapateiro aceitou uma reclamação, enquanto este homem a nosso lado não quis mover-se. Os homens úteis, que fazem algo útil, não se incomodam de serem tratados como inúteis. Mas os inúteis sempre se julgam importantes, e escondem toda a sua incompetência atrás da autoridade.
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A reflexão
@ 2009-08-22 – 16:14:10
um texto que encontrei na Internet, e que não trazia o nome do autor:
A grande defesa contra a velhice é a capacidade que ainda temos de acreditar em nossos sonhos.
Não existe nada tão real quanto um sonho. Ele é o caminho que existe entre o que somos, e o que desejamos ser.
A realização de uma vida não é o dinheiro. Nem o poder. É a alegria.
O sonho é aquilo que nos unirá, no futuro, com a pessoa que somos neste instante - jovem, e cheia de esperança. Seguremos, portanto, esta benção, com toda a força que pudermos. E trabalhemos por ela.
Desta forma, você pode envelhecer, mas nunca será um velho.
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Vidas
@ 2009-04-02 – 23:01:19
quase todos em alguma conversa,face a um comentário dissemos e dizemos "ah isso foi quando eu tinha outra vida",ou até sentimos que foi em outra vida,em outra fase...pois é,a mim me parece que numa vida vivemos várias vidas e,em cada uma delas somos pessoas diferentes,as vezes totalmente diferentes,tão diferentes que quando passámos para "outra vida" nem nos reconhecemos,não encontrámos dentro de nós restos dessa vida,algo que consigámos ligar,muitas vezes as pessoas que existiam nessa vida não existem mais,perdemos o contacto ou simplesmente não nos identificámos mais porque elas também passaram para outra vida.Muitas vezes ponho-me a pensar,a recordar momentos passados,alegrias e tristezas,e sinto uma saudade estranha,como se fosse falsa,sinto saudade não dos momentos mas do que eu era nessa vida,resumindo,sinto saudade de mim,daquilo que não consigo mais ser,por mais que tente...não vos ocorre isso ou sou mesmo um caso á parte?outras vezes me dá uma saudade doida e naquele momento tenho tanta necessidade de sentir-me outra pessoa,aquela pessoae logo depois se abate a realidade sobre mim,vejo que não sou mais por mais esforço que faça,que trás frustação.isso será porque não me sinto bem com essa nova vida?não me dá a sensação de euforia,a vivacidade e a expontaniedade que tanto anseio?e porquê? porque eu tenho medo de encarar isso e mudar a minha vida,ou simplesmente não sei como e espero que ela mude por si? ou então eu ainda não me adaptei a essa nova vida porque ainda tem pontas soltas da antiga que não consigo deixar e andar para frente? são tantas as questões que me ponho que até me perco.Uma coisa eu tenho certeza,eu DETESTO rotina e tenho saudades a minha vida imprevisível e cheia de surpresas e não sei como conciliar a minha rotina obrigatória com essa necessidade.E custa-me bastante isso pois eu anseio essa expontaniedade,as vezes estou no trabalho,no meio de tanta pressão,e vem-me aquela vontade de fugir dali e fazer algo exictante,imagino cenários pessoas(imáginárias mesmo) musicas e até palavras,tanto que muitas vezes quando algum dos meus colegas me chama para algo por momentos não sei onde estou tenho que me nortear.Hehe até parece loucura temporária,mas acredito ser uma vontade reprimida,de todos dias,algo insatisfeito que fica ali dormente e que a qualquer momento aflora.Estou ansiona por outras "vidas",pela minha nova vida que acredito que há-de chegar pois já estou nesta a algum tempo e já estou a ver que está a acabar pois as coisas estão a ficar cinzentas,as pessoas a desaparecer e o animo a ficar cada vez mais pequeno,a outra vida vai chegar logo,e espero que seja bem mais bonita que esta e que desta eu apenas leve o que me fôr útil....nada mais
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@ 2009-02-16 – 23:58:39
eu ás vezes fico a pensar como nós somos complicados,nós complicamos tudo,a nossa mente contorce e desfigura a simples realidade, porquê? porque a maior parte das vezes nós não queremos lidar com aquela realidade,porque também ao assumirmos aquela realidade nos obrigamos a assumir fracassos, dificuldades e o mais difícil de tudo,a culpa...sim a culpa,a culpa de sermos responsáveis pela nossa sorte,pelo que nos está a acontecer,pela vida que levamos e pela falta de coragem de enfrentar as consequências dos maus julgamentos.Nós sentimos necessidade de mudar algo em nossas vidas,mas para ter essa mudança precisámos deixar certas partes de nós,ou das nossas vidas,desistir let it go...e aí está o problema,não temos coragem porque receámos estar a fazer a coisa errada,receámos nos arrepender ou até por egoísmo ou insegurança queremos ter tudo,tudo ao mesmo tempo,o velho e o novo.porque o ideal seria termos um pedaço de cada,mas no fundo sabemos que não podemos,que no mesmo espaço de tempo não podem existir as duas situações,não podemos ter o benefício sem o custo,não podemos rir amanhã sem chorar hoje.tudo tem o seu espaço de tempo para acontecer,a sua hora que começar e terminar,muitas vezes sabemos quando as coisas estão a ultrapassar o seu tempo devido,sentimos isso no fundo porque aquela satisfação que tal coisa nos trazia outrora começa a desvainescer até desaparecer por completo,mas mesmo assim nós não deixamos ir,preferimos fingir que está ainda no tempo certo ou então que lhe foi dado um bónus de tempo até que tal coisa se mostre essencial e eterna na nossa vida,coisa que julgo quase impossível durante esta vida curta pois penso que quem nos pôs aqui fez a vida tão curta e tão adversa que para experenciarmos tudo o que devemos as coisas tem prazo de validade.ops esqueci,a vaidade também nos impede de deixar partes das nossas vidas que devemos deixar... existe outra coisa também que me surpreende e mesmo assim é inevitável,quando finalmente decidimos to move on(seguir em frente),mesmo que estejamos ansiosos pelo novo que está a chegar,não deixamos de sentir aquela tristeza que traz o sentimento de perda,aquele sentimento de propiedade,aquilo que sentimos quando vemos um namorado antigo feliz com a sua parceira,tipo ciúme algo do género não sei bem explicar,mas acredito que sabem do que eu estou a falar.esse sentimento eu não consigo entender mesmo,porquê nos sentimos horriveis,deprimidos e ressentidos quando deixamos algo pra trás que sabemos que já não pode estar no presente? será por possessão natural do ser humano,será por ganância,por egoísmo ou até crueldade?e o pior de tudo é que nos faz mal,é que temos a opção de concentrarmos as nossas energias para o novo e mesmo assim desperdiçamos grande parte a choramingar e com saudosismos e melancolias.e qunado o novo se revela um erro? quando percebemos que deixamos o bom pelo mau,que escolhemos mal?aí o mundo cai,aí aqueles maus sentimentos que temos mesmo quando a escolha é certa se triplicam e se juntam á frustação e a sensação de fracasso.essa é a pior das fases,dos sentimentos,não desejo a ninguém.mesmo esses fracassos são importantes,fazem parte do processo de aprendizagem,de abertura de olhos e dependendo do entendedor,abertura a maior compreensão,maior compaixão e mais paciencia,digo isso por experiência própia uma vez que é graças aos meus fracassos que sou uma pessoa mais tolerante e mais compreensiva hoje,julgo menos entendo mais e perdoou mais. hoje a minha reflexão vai para isso,para essa mistela de sentimentos que envolvem a passagem de fases das nossas vidas,as alegrias e tristezas que ocorrem e principalmente este último sentimento que é o da perda(não lógicamente compreensível,diga-se de passagem)que até agora não encontro maneira de o definir nem o que despoleta,para poder propôr uma solução ou então forma de passar isto sem nos impormos a tanto sofrimento. hoje tive um dia dos infernos mesmo,acordei e escorreguei na casca da banana,talvez seja por isso que fiquei a divagar em tais coisas que para alguns podem ser irrelevantes mas que para mim são pontos de interrogação.
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Eu te amo
@ 2009-01-14 – 22:47:12
Ah, se já perdemos a noção da hora,
Se juntos já jogamos tudo fora,
Me conta agora como hei de partir?Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios,
Rompi com o mundo, queimei meus navios,
Me diz pra onde é que inda posso ir…Se nós, nas travessuras das noites eternas,
Já confundimos tanto as nossas pernas,
Diz com que pernas eu devo seguir…Se entornaste a nossa sorte pelo chão,
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu…Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu…Como, se nos amamos feito dois pagãos,
Teus seios inda estão nas minhas mãos,
Me explica com que cara eu vou sair?Não, acho que estás te fazendo de tonta,
Te dei meus olhos pra tomares conta,
Agora conta como hei de partir…
(chico buarque) -
confundencias
@ 2009-01-14 – 22:21:32
tudo começa com uma simples vontade,um desejo de algo que sonhamos mas não vemos como atingir,uma espécie de força nos leva a acreditar que é possível,criamos uma obsessão suave dentro de nós e não há dia em que não pensámos nessa pequena obsessão,pela tal felicidade,pelo que todos chamam amor.desde pequenos temos uma ideia do que é esse sentimento,algo digamos cor-de-rosa,vemos sorrisos abraços nos nossos sonhos,imaginamos um tal sentimento por alguém real ou não,que quando nos abraçamos nosfundimos,as nossas peles se cruzam,se ultrapassam(é mesmo assim a imaginação),depois dessa fase imaginamos uma casa,fantasiamos cores lugares paisagens.Bem é mesmo assim no início,aí depois começam as reais experiencias,encontramos alguem q nos faz sorrir,prontos...é o tal hehe ENCONTREI!!!!começa a rolar a atracção,a aproximação é lenta e desajeitada mas bem , lá vai.passam-se dias,meses ou anos,e começamos a duvidar se aquilo é o ta amor mesmo,começamos a cançarmo-nos d tal amor,já perde as cores,vemos defeitos,dificuldades e lá acabamos por interromper. passamos por diversas experiencias de quase-amor,meio-amor ou zero-amor,até que começamos a perder um pouco da esperança,pois o tal sonho diminui ou modifica-se ao longo de tais experiencias,começamos a limitarmo-nos ao que temos,a viver de monotonias,a fingir que é aquilo que queremos e a pôr um esforço muito grande em coisas que não estão destinadas desde o início a acontecerem,em pessoas que não são para nós,indubitavelmente,e,aos poucos,vamos morrendo por dentro,sentimo-nos vazios,cinzentos,tudo é forçado,tudo é com esforço,como se velhos já fôssemos,sem coragem para procurar de novo,sem vontade d er esperança.E eu me pergunto,o que é essa tal coisa do amor?é um estado de espírito momenâneo,é algo inatingível?será algo que não se identifica pois se parece a um punhado de sentimentos? será que alguns estão destinados a tal e outros estão destinados a tentar toda vida?
não sei....são tantas as minhas questões que me sinto até sufocada,a única coisa que eu tenhocerteza é de voltar á exponteinedade e esperança dos 15anos,intensos sentimentos e muitas alegrias..
hoje estou deprimida..............
